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Emergency [Henrique] - Printable Version +- Academia St. Clavier (http://academiastclavier.com.br) +-- Forum: Registro (http://academiastclavier.com.br/forumdisplay.php?fid=7) +--- Forum: Lixeira (http://academiastclavier.com.br/forumdisplay.php?fid=92) +--- Thread: Emergency [Henrique] (/showthread.php?tid=134) Pages:
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RE: Emergency [Henrique] - George - 09-08-2021 Não deixou de notar como o homem conseguia digitar rápido e ainda parecia ignorar sua presença ali enquanto o fazia. Observou melhor a figura feminina que parecia apegada ao felino em seu colo e depois novamente para o homem tatuado que queria seu contato. - Eu não tenho e-mail. - respondeu de forma simples. - Pode ligar para o meu celular mesmo. O número é... - ofereceu seu contato com calma, considerando que não costumava atender seu telefone enquanto estava em trabalho, apenas atendia ligações se fossem sobre seus filhos e Samuel sabia muito bem como telefonar para o número da corporação, caso precisasse falar com o pai em uma urgência. Pediu licença para poder terminar de instruir seus colegas de trabalho no armazenamento das mangueiras enquanto os responsáveis pela ambulância chegavam mais perto para poderem ajudar a professora com o gatinho no colo. A professora se voltou para Henrique com o olhar como se implorasse para que ele cuidasse bem do gatinho que, assim que a mulher foi colocada na maca, pulou para perto do outro ser humano com quem convivia. - Senhor. - o bombeiro se aproximou novamente, estendendo um pedaço de papel rasgado com um número anotado de caneta nele. - Esse é o número de uma pousada de um velho conhecido. Ela sempre está com vagas, então deve lhe servir por hoje. - orientou ao homem de óculos. O homem que conhecia fazia parte do Conselho de Cidadãos da cidade, então não deveria ser um problema para ele ajudar um novo morador da cidade. Ou imaginava que ele fosse novo, pois não se recordava de tê-lo encontrado na cidade, e com certeza, lembraria de um sujeito todo tatuado feito ele. As pessoas falariam sobre ele, pelo menos. RE: Emergency [Henrique] - Henrique - 09-12-2021 Henrique ouviu a resposta automática do outro lado, com o menu de opções da seguradora, esperando que as informações passassem e digitando as opções de contato e as suas informações pessoais para falar com um dos atendentes. Mas quase perdeu o fio da meada quando ouviu o outro dizendo que não tinha um e-mail. - Como assim não tem um e-mail? Quem é que não tem e-mail hoje em dia...? - ele perdeu a chance de apertar a opção correta na ligação e acabou desligando quando o outro lhe passou o número de telefone, para anotar mais ágil. - Jesus, em que século você vive? Seu telefone é fixo também? Ele ajustou os óculos deslizando na ponte do nariz e voltou a ligar para a seguradora, enquanto preparavam Magali para levar para o hospital. O problema era que o gato tinha pulado do colo de Magali para os seus pés, o que lhe tirou a concentração de novo da ligação importante. - Essa porcaria de gato. - ele suspirou longamente, quando o outro lhe estendeu um número anotado em um papel para uma pousada de um conhecido. - Tá, eu vou ligar. Mas eu não posso levar o bicho pra o hospital com ela, eu... - parou no meio da linha de raciocínio, voltando o olhar esperançoso para o bombeiro. - Você não se importa de ficar com ele, não é? - Henrique se abaixou para pegar o bichano pelo couro, que miou alto em resposta, estendendo-o na direção de George antes mesmo de ouvir uma resposta. - Eu vou só dar entrada na papelada do hospital e ir pra pousada, essa que você passou aceita bichos, não é? Eu te ligo e volto pra pegar o gato depois que resolver as coisas, tudo bem? Muito obrigado pela ajuda. RE: Emergency [Henrique] - George - 09-12-2021 Aparentou estar calmo enquanto o homem parecia escandalizado pelo fato de não ter um e-mail. Não se deu ao trabalho de responder sobre o número ser do seu telefone fixo. O sujeito, pelo menos, parecia preocupado com o bem estar da mulher. Observou o felino quando lhe foi pedido para que cuidasse dele enquanto o sujeito se ocupava em organizar a própria vida. Suspirou conformado, abaixando-se para poder pegar o felino nas mãos ainda cobertas pelas luvas. Observou como o gatinho parecia inquieto ao ser removido de perto do moreno, mas era cuidadoso o bastante para que ele não caísse de suas mãos. Concordou sobre a pousada aceitar bichos. Duvidava muito que o senhor Enzo não aceitasse felinos, ele era um velho biólogo, não era? Tentou lembrar enquanto o outro parecia mais preocupado com o conteúdo na tela do próprio celular. Ficou esperando que o sujeito embarcasse na ambulância para ir com a mulher para o hospital e finalmente se despediu com um aceno discreto, imaginando se seus filhos conseguiriam se dar bem com o animalzinho em questão. Seguiu seu caminho com os colegas de trabalho, de volta para o prédio do corpo de bombeiros. A maioria de seus amigos gostava de animais por conta dos resgastes que estavam acostumados a realizar em Cerise, por isso o felino foi muito bem recebido com cuidados domésticos. Aguardou o horário para retornar para casa com o felino, imaginando quando é que o sujeito tatuado telefonaria. [thread encerrada] |