11-08-2021, 07:14 PM
Ficou mais constrangido pelo engasgo do outro, imaginando que era o resultado de ter forçado ele com uma atitude desagradável. Estranhou o ar de riso que seguiu o engasgo e baixou o olhar, encarando o amigo que conseguia admitir sem nenhum receio que havia gostado daquilo. Ele ainda estava se expondo, deixando claro a própria excitação com aquele momento e com o que havia acabado de fazer. Não fazia ideia do tipo de "alívio" que o rapaz tinha em mente, pois ainda se sentia perdido com o que podia ou não fazer com o outro.
Acompanhou o rapaz se erguer a sua frente com o olhar, um arrepio percorrendo sua coluna com a sensação dos beijos e do carinho mais atencioso a sua presença ali. Estranhou a sensação de cumplicidade e de conforto com os dedos dele nos seus e os beijos próximos de seus lábios. Deixou-se guiar pelo dançarino que lhe permitia tocá-lo no órgão já ereto. Encarou o outro, mas não afastou a mão de onde ele havia lhe colocado, os lábios deixando escapar um suspiro em um misto de prazer e conformidade pelo comportamento do outro que lhe parecia complexo.
Encarou o rapaz, os fios escuros do seu próprio cabelo colados ao desenho de seu rosto enrubescido, porém sem esconder o brilho dos olhos mais claros. Não moveu a própria mão a priori, os dedos desenhando o formato do talo, percorrendo as veias do membro pulsante até chegar ao topo, a unha curta do polegar chegando a pressionar a entrada do canal masculino. Não removeu o olhar do rapaz, acreditando na ideia de que ele estava disposto a lhe permitir aquela intimidade ainda que fosse um tanto quanto desconfortável.
Soltou o membro dele, deslizando as unhas pelo baixo ventre até a cintura do outro, a outra mão tocando o queixo de Marion até deslizar para o pescoço dele, escorregando o toque até a nuca. Trouxe o amigo para si, sentindo a contração do próprio baixo ventre quando sua glande entrou em contato com o abdômen e o membro dele. Moveu-se para trás até recostar com a parede do banheiro de Marion, escolhendo estar em contato com a superfície fria ao invés de colocar o outro naquela posição. Era só um convidado ali, nada mais que justo. Recostado à parede, manteve a pressão na nuca do amigo, apreciando a sensação agradável dos fios curtos em seus dedos. Soltou a cintura dele, voltando a dar atenção à masturbação do parceiro. Aproveitou a aproximação para aproximar o órgão dele do seu, imitando o estímulo constante do amigo em seu próprio membro. Devolveu os beijos no rosto de Marion em meio a suspiros e gemidos baixos de prazer. Manteve o movimento com os dedos no órgão do parceiro em um ritmo inconstante, provocativo, que variava entre um vai e vem mais rápido e um massagear da glande com a palma da própria mão toda vez que se dava conta de que o rapaz estava ficando animado demais. O próprio corpo já dava sinais de que não estava muito longe de um orgasmo, a ponta da sua glande já começando a deixar escapar o líquido viscoso, lubricando a extensão do membro com o gozo prévio.
Acompanhou o rapaz se erguer a sua frente com o olhar, um arrepio percorrendo sua coluna com a sensação dos beijos e do carinho mais atencioso a sua presença ali. Estranhou a sensação de cumplicidade e de conforto com os dedos dele nos seus e os beijos próximos de seus lábios. Deixou-se guiar pelo dançarino que lhe permitia tocá-lo no órgão já ereto. Encarou o outro, mas não afastou a mão de onde ele havia lhe colocado, os lábios deixando escapar um suspiro em um misto de prazer e conformidade pelo comportamento do outro que lhe parecia complexo.
Encarou o rapaz, os fios escuros do seu próprio cabelo colados ao desenho de seu rosto enrubescido, porém sem esconder o brilho dos olhos mais claros. Não moveu a própria mão a priori, os dedos desenhando o formato do talo, percorrendo as veias do membro pulsante até chegar ao topo, a unha curta do polegar chegando a pressionar a entrada do canal masculino. Não removeu o olhar do rapaz, acreditando na ideia de que ele estava disposto a lhe permitir aquela intimidade ainda que fosse um tanto quanto desconfortável.
Soltou o membro dele, deslizando as unhas pelo baixo ventre até a cintura do outro, a outra mão tocando o queixo de Marion até deslizar para o pescoço dele, escorregando o toque até a nuca. Trouxe o amigo para si, sentindo a contração do próprio baixo ventre quando sua glande entrou em contato com o abdômen e o membro dele. Moveu-se para trás até recostar com a parede do banheiro de Marion, escolhendo estar em contato com a superfície fria ao invés de colocar o outro naquela posição. Era só um convidado ali, nada mais que justo. Recostado à parede, manteve a pressão na nuca do amigo, apreciando a sensação agradável dos fios curtos em seus dedos. Soltou a cintura dele, voltando a dar atenção à masturbação do parceiro. Aproveitou a aproximação para aproximar o órgão dele do seu, imitando o estímulo constante do amigo em seu próprio membro. Devolveu os beijos no rosto de Marion em meio a suspiros e gemidos baixos de prazer. Manteve o movimento com os dedos no órgão do parceiro em um ritmo inconstante, provocativo, que variava entre um vai e vem mais rápido e um massagear da glande com a palma da própria mão toda vez que se dava conta de que o rapaz estava ficando animado demais. O próprio corpo já dava sinais de que não estava muito longe de um orgasmo, a ponta da sua glande já começando a deixar escapar o líquido viscoso, lubricando a extensão do membro com o gozo prévio.
