11-12-2021, 04:45 PM
Ficou mais tranquila após as palavras de Henrique, afirmando que poderiam continuar morando juntos e que ainda conseguiria um lugar para ficarem quando saísse do hospital. Mais aliviada e com o efeito do medicamento fazendo efeito, acabou adormecendo, o corpo já estava cansado do dia de trabalho anterior e de todo o estresse por conta do incêndio. Dormiu por algumas horas pelo efeito do medicamento, uma marca avermelhada se formando no local em que a agulha havia perfurado devido ao seu movimento desnecessário quando havia se assustado. Despertou algumas vezes com a sensação da boca seca, agradecendo mentalmente a gentileza de Henrique por ainda estar ali.
No último despertar, acabou sentada na maca, procurando Henrique com um olhar preguiçoso, sem se dar conta de que a agulha ainda estava em seu braço ao erguer a mão para coçar os olhos. Gemeu baixo com a dor e o desconforto de ainda estar com aquela agulha em seu braço, escolhendo deixá-lo esticado para que a mancha que, de certo, ficaria roxa depois, aumentasse. Levou a mão livre então até os próprios lábios, buscando forças para descer da maca, os músculos cansados. Notou que Henrique parecia ter cochilado na cadeira enquanto estavam ali no hospital, considerando que ele também deveria estar exausto. Observou melhor as tatuagens a mostra do homem e respirou fundo, não tão mais incomodada com a aparência delas no corpo dele.
Sem desejar incomodá-lo em seu descanso, colocou os pés descalços no chão, incomodada pelo frio daquele piso enquanto, cuidadosamente, puxava o carrinho com o soro que parecia ter sido trocado em algum momento da madrugada. Saiu do quarto, observando o movimento no corredor até estreitar os olhos em busca do colorido vermelho do cabelo do enfermeiro que havia lhe atendido. Ele parecia jovem e gentil. Talvez ele pudesse arrumar um cobertor para Henrique enquanto ele estava aguardando que fosse liberada dali. E também precisava de indicações sobre onde ficava o banheiro, pois muito soro e muita água estava começando a lhe deixar desconfortável.
No último despertar, acabou sentada na maca, procurando Henrique com um olhar preguiçoso, sem se dar conta de que a agulha ainda estava em seu braço ao erguer a mão para coçar os olhos. Gemeu baixo com a dor e o desconforto de ainda estar com aquela agulha em seu braço, escolhendo deixá-lo esticado para que a mancha que, de certo, ficaria roxa depois, aumentasse. Levou a mão livre então até os próprios lábios, buscando forças para descer da maca, os músculos cansados. Notou que Henrique parecia ter cochilado na cadeira enquanto estavam ali no hospital, considerando que ele também deveria estar exausto. Observou melhor as tatuagens a mostra do homem e respirou fundo, não tão mais incomodada com a aparência delas no corpo dele.
Sem desejar incomodá-lo em seu descanso, colocou os pés descalços no chão, incomodada pelo frio daquele piso enquanto, cuidadosamente, puxava o carrinho com o soro que parecia ter sido trocado em algum momento da madrugada. Saiu do quarto, observando o movimento no corredor até estreitar os olhos em busca do colorido vermelho do cabelo do enfermeiro que havia lhe atendido. Ele parecia jovem e gentil. Talvez ele pudesse arrumar um cobertor para Henrique enquanto ele estava aguardando que fosse liberada dali. E também precisava de indicações sobre onde ficava o banheiro, pois muito soro e muita água estava começando a lhe deixar desconfortável.
