12-29-2021, 08:51 PM
Henrique ainda estava fazendo tudo como se estivesse ligado no 220 depois da adrenalina causada pelo incêndio. Depois de acompanhar Magali no hospital, procurar pousada, dar encaminhamento em todas as burocracias desde o hospital, até os bombeiros e acomodação temporária, ele ainda teve que passar também por uma bateria de exames para se certificar de que a fumaça inalada não tinha lhe causado algum dano, mesmo que irrisório. Magali estava mais dormindo do que acordada naquele tempo todo, então ele se ocupou em ficar mexendo no celular por horas a fio durante o fim do dia e a noite, já tinha informado ao dono da pousada que só dariam entrada na manhã seguinte, provavelmente, então ele não precisou se deslocar do hospital para a pousada e deixar Magali sozinha.
Antes que pudesse perceber, o cansaço do dia já tinha sido tanto que ele esqueceu de colocar o celular para carregar e acabou adormecendo na pequena cadeira desconfortável que tinha ao lado da cama de Magali na enfermaria. Ele nem acordou quando Magali se levantou para ir ao banheiro e só reagiu, quase num pulo, quando ouviu o chamado de Magali.
- O que foi? O que aconteceu? - ele se levantou, alarmado, tão rápido que quase derrubou o óculos. Ele tirou os óculos para esfregar os olhos com as costas da mão, colocando o objeto de novo para encarar Magali na pouca iluminação noturna da enfermaria. - Você está em pé. Tirou o soro? Que horas são? O que está fazendo aí? Já recebeu alta? - ele lançou todas as perguntas de uma vez, olhando ao redor para procurar o celular que estava com a bateria quase no fim.
Antes que pudesse perceber, o cansaço do dia já tinha sido tanto que ele esqueceu de colocar o celular para carregar e acabou adormecendo na pequena cadeira desconfortável que tinha ao lado da cama de Magali na enfermaria. Ele nem acordou quando Magali se levantou para ir ao banheiro e só reagiu, quase num pulo, quando ouviu o chamado de Magali.
- O que foi? O que aconteceu? - ele se levantou, alarmado, tão rápido que quase derrubou o óculos. Ele tirou os óculos para esfregar os olhos com as costas da mão, colocando o objeto de novo para encarar Magali na pouca iluminação noturna da enfermaria. - Você está em pé. Tirou o soro? Que horas são? O que está fazendo aí? Já recebeu alta? - ele lançou todas as perguntas de uma vez, olhando ao redor para procurar o celular que estava com a bateria quase no fim.
