01-22-2023, 03:01 PM
Tinha chegado com a cabeça tão cheia da briga recente que não tinha juízo nenhum pra absolutamente nada, sequer conversou com Clementine, apenas tomou um banho e caiu na cama, estava exausta.
Estava cansada em todos os aspectos e significados da palavra.
Não tinha de exatamente madrugar, embora seu corpo geralmente acordasse sempre no mesmo horário naquele dia em específico talvez o cansaço mental tivesse pesado mais e tivesse feito a mulher de cabelos ruivos despertar fora do seu horário. Quando buscou o despertador e notou que já passava das oito horas da manhã ergueu-se de solavanco, sentindo dor perpassar todo o corpo. Sequer tinha se esforçado fisicamente para estar daquele jeito.
Desceu as escadas e chamou a irmã mais nova, sem ter qualquer resposta chegou na cozinha, onde tinha café feito na garrafa térmica, assim como bolo, torradas, e ovo frito. junto ao prato coberto tinha um bilhete da menor dizendo que Fleur a tinha levado para escola, e que a irmã usasse a manhã para descansar.
Quando leu a palavra amassou o papel na mão em reflexo. só depois notando como sua ação tinha sido exagerada, levou a mão ao encontro dos olhos e massageou a área. Não sentia fome, estava em verdade enjoada e com muita dor de cabeça, sentia ardência nos olhos, e uma leve tontura. Comeu por apenas obrigação, e não muito, e deixou um bilhete de retorno a menor, avisando que ela poderia dormir na casa de Fleur já que pegaria plantão até o horário da madrugada.
Estava cansada, mas não queria admitir que estava.
Não queria desistir quando já tinha chegado tão longe, podia julgar que era a TPM do seu período próximo, falta de vitaminas ou de sono. Em certo ponto enquanto tomava seu banho e se arrumava para sair para o hospital, um pensamento intrusivo chegou a sua mente: “será mesmo que tinha chegado tão longe?” sacudiu a cabeça negativamente, sentindo uma dor pontual lhe atacar na altura da cintura. Teria dormido de mal jeito?
Ignorou.
Secou e penteou os cabelos entrançando-os e prendendo em um coque alto. Normalmente esconderia as olheiras da noite mal dormida com uma camada suave de maquiagem, mas não quis se olhar no espelho além do necessário. Algo além do grau alto nublava sua visão e sentia a cabeça pesada.
Pegou a condução e agiu no automático mandando mensagens para Fleur e Arman avisando sobre Clementine. Recebeu mensagens de colegas de trabalho perguntando se o combinado estava de pé sobre as trocas de horário e sentiu a pálpebra tremer de leve.
Ignorou.
Bateu o ponto e comprimentou os colegas de um jeito automático, dispensou responder perguntas, se trocou colocando suas roupas azuis costumeiras, tinha de focar toda sua atenção novamente em seu trabalho, pra não ocorrer o mesmo erro bobo do dia anterior. Sentiu a dor novamente lhe atacar na altura da cintura e ao por a máscara sentiu uma leve falta de ar. Fechou os olhos momentaneamente e respirou fundo, antes de mesmo incomodada seguir adiante. Ao chegar em seu setor de trabalho para checar os prontuários do dia qual sua surpresa ao encontrar a Doutora Arlovskaya, que no dia anterior estava em sua casa, fazendo sabe-se lá o quê. Tinha jogado no fundo da mente a presença da mulher em sua residência e só agora a ideia dela estar lá lhe parecia estranha.
– O que está fazendo aqui?
Estava cansada em todos os aspectos e significados da palavra.
Não tinha de exatamente madrugar, embora seu corpo geralmente acordasse sempre no mesmo horário naquele dia em específico talvez o cansaço mental tivesse pesado mais e tivesse feito a mulher de cabelos ruivos despertar fora do seu horário. Quando buscou o despertador e notou que já passava das oito horas da manhã ergueu-se de solavanco, sentindo dor perpassar todo o corpo. Sequer tinha se esforçado fisicamente para estar daquele jeito.
Desceu as escadas e chamou a irmã mais nova, sem ter qualquer resposta chegou na cozinha, onde tinha café feito na garrafa térmica, assim como bolo, torradas, e ovo frito. junto ao prato coberto tinha um bilhete da menor dizendo que Fleur a tinha levado para escola, e que a irmã usasse a manhã para descansar.
Quando leu a palavra amassou o papel na mão em reflexo. só depois notando como sua ação tinha sido exagerada, levou a mão ao encontro dos olhos e massageou a área. Não sentia fome, estava em verdade enjoada e com muita dor de cabeça, sentia ardência nos olhos, e uma leve tontura. Comeu por apenas obrigação, e não muito, e deixou um bilhete de retorno a menor, avisando que ela poderia dormir na casa de Fleur já que pegaria plantão até o horário da madrugada.
Estava cansada, mas não queria admitir que estava.
Não queria desistir quando já tinha chegado tão longe, podia julgar que era a TPM do seu período próximo, falta de vitaminas ou de sono. Em certo ponto enquanto tomava seu banho e se arrumava para sair para o hospital, um pensamento intrusivo chegou a sua mente: “será mesmo que tinha chegado tão longe?” sacudiu a cabeça negativamente, sentindo uma dor pontual lhe atacar na altura da cintura. Teria dormido de mal jeito?
Ignorou.
Secou e penteou os cabelos entrançando-os e prendendo em um coque alto. Normalmente esconderia as olheiras da noite mal dormida com uma camada suave de maquiagem, mas não quis se olhar no espelho além do necessário. Algo além do grau alto nublava sua visão e sentia a cabeça pesada.
Pegou a condução e agiu no automático mandando mensagens para Fleur e Arman avisando sobre Clementine. Recebeu mensagens de colegas de trabalho perguntando se o combinado estava de pé sobre as trocas de horário e sentiu a pálpebra tremer de leve.
Ignorou.
Bateu o ponto e comprimentou os colegas de um jeito automático, dispensou responder perguntas, se trocou colocando suas roupas azuis costumeiras, tinha de focar toda sua atenção novamente em seu trabalho, pra não ocorrer o mesmo erro bobo do dia anterior. Sentiu a dor novamente lhe atacar na altura da cintura e ao por a máscara sentiu uma leve falta de ar. Fechou os olhos momentaneamente e respirou fundo, antes de mesmo incomodada seguir adiante. Ao chegar em seu setor de trabalho para checar os prontuários do dia qual sua surpresa ao encontrar a Doutora Arlovskaya, que no dia anterior estava em sua casa, fazendo sabe-se lá o quê. Tinha jogado no fundo da mente a presença da mulher em sua residência e só agora a ideia dela estar lá lhe parecia estranha.
– O que está fazendo aqui?
