04-11-2023, 10:37 PM
Natália lhe estendeu a bolsa ao invés das sacolas, e sem pensar duas vezes, pegou a mesma e levou até o gancho onde pendurava casacos. Imaginava que aquele monte de sacolas eram de comida, o que lhe deixava satisfeito, afinal, era sempre uma boa oportunidade um jantar junto de alguém. Até Miro já tinha lhe abandonado para caçar um rango extra no cemitério, embora estivesse começando a achar que seria melhor, para a sua saúde e segurança dele, que o trancasse antes que ele comesse algum rato doente.
Sacudiu a cabeça negativamente para a pergunta se tinha jantado e logo a médica começou a descrever tudo que tinha trazido ali, no geral, o conteúdo de uma tábua de frios, mas sem a tábua. E acompanhando a pretensa tábua de frios vinha também vinho. Diodoro não era grande bebedor, mas ficaria feliz de tomar uma taça ou duas com a amiga enquanto degustava os queijos que ela tinha trazido. Principalmente se isso o ajudasse a esquecer o assunto da vez.
Talvez seu rosto estivesse refletindo muito seus pensamentos, ou talvez Natália tivesse aprendido a ler além da sua expressão taciturna de sempre para lhe perguntar se o dia foi ruim. Novamente negou com a cabeça instantaneamente.
- Tranquilo. – respondeu simplesmente, indo até o armário para pegar uns pratos e talheres que guardava ali quando precisava comer na funerária. Montou tudo na salinha dos fundos, assim não precisariam usar a recepção, que já estava arrumada ou correr o risco de deixar a bancada com cheiro de gorgonzola. - ... Só distraído. – coçou a cabeça de leve depois de montar a mesa para dois, tirando o conteúdo da sacola e arranjando sobre a mesa. – O seu? – devolveu a pergunta sobre o dia de Natalia, afinal, ela tinha saído de lá até a funerária. Talvez ela quisesse conversar mais que ele.
Sacudiu a cabeça negativamente para a pergunta se tinha jantado e logo a médica começou a descrever tudo que tinha trazido ali, no geral, o conteúdo de uma tábua de frios, mas sem a tábua. E acompanhando a pretensa tábua de frios vinha também vinho. Diodoro não era grande bebedor, mas ficaria feliz de tomar uma taça ou duas com a amiga enquanto degustava os queijos que ela tinha trazido. Principalmente se isso o ajudasse a esquecer o assunto da vez.
Talvez seu rosto estivesse refletindo muito seus pensamentos, ou talvez Natália tivesse aprendido a ler além da sua expressão taciturna de sempre para lhe perguntar se o dia foi ruim. Novamente negou com a cabeça instantaneamente.
- Tranquilo. – respondeu simplesmente, indo até o armário para pegar uns pratos e talheres que guardava ali quando precisava comer na funerária. Montou tudo na salinha dos fundos, assim não precisariam usar a recepção, que já estava arrumada ou correr o risco de deixar a bancada com cheiro de gorgonzola. - ... Só distraído. – coçou a cabeça de leve depois de montar a mesa para dois, tirando o conteúdo da sacola e arranjando sobre a mesa. – O seu? – devolveu a pergunta sobre o dia de Natalia, afinal, ela tinha saído de lá até a funerária. Talvez ela quisesse conversar mais que ele.
