04-30-2023, 11:52 AM
Talvez Diodoro fosse a pior pessoa possível para ficar intrigado com a falta de contexto das frases, mas não entendeu nada do que Natália falou sobre a enfermeira. Só sabia que ela estava comendo o juízo da médica... que tinha levado a bronca de uma criança? Aliás, a menção da palavra “criança” lhe fez erguer as sobrancelhas. De certa forma, sentia uma leve azia com a ideia.
Quando ela mencionou Xavier pelo menos se sentiu distraído da conversa, sacudiu a cabeça que “não”. Não podia ter um funcionário melhor para a funerária, ele fazia todo o serviço direito, e não era exatamente o mais conversador dos rapazes. Exceto pelo fato de que agora ali parecia mesmo um serviço de matadores de aluguel. Mas novamente, a menção do “grandão” fez com que Diodoro abaixasse a cabeça e apoiasse o rosto na mão com um ar levemente tenso.
- É um bom menino... – respondeu sobre Xavier, afinal, se antes ele seria associado com um matador, agora seria um matador e outro tipo de criminoso? Não podia deixar.
E pelo visto, ele também tinha acesso ao apartamento de Natália. Será que ela teria o mesmo ímpeto de questionar Arsen como ele tinha? Ou será que ali se tornaria mais um refúgio de escapadas românticas do sujeito? O refluxo subiu até a garganta, estava até suando frio.
- Natalia... – Diorodo chamou, estendendo a mão até ela, muito mais livre para tocá-la, encostando suavemente a mão sobre o pulso dela para impedi-la de levar o copo à boca, porque a notícia poderia ser chocante. – Preciso... ajuda... acho que... ele tem um namorado. – o agente funerário estava tão imerso nos próprios pensamentos que sequer pensou em como isso poderia ser mal interpretado. Principalmente se fosse Hanna jantando ali.
Quando ela mencionou Xavier pelo menos se sentiu distraído da conversa, sacudiu a cabeça que “não”. Não podia ter um funcionário melhor para a funerária, ele fazia todo o serviço direito, e não era exatamente o mais conversador dos rapazes. Exceto pelo fato de que agora ali parecia mesmo um serviço de matadores de aluguel. Mas novamente, a menção do “grandão” fez com que Diodoro abaixasse a cabeça e apoiasse o rosto na mão com um ar levemente tenso.
- É um bom menino... – respondeu sobre Xavier, afinal, se antes ele seria associado com um matador, agora seria um matador e outro tipo de criminoso? Não podia deixar.
E pelo visto, ele também tinha acesso ao apartamento de Natália. Será que ela teria o mesmo ímpeto de questionar Arsen como ele tinha? Ou será que ali se tornaria mais um refúgio de escapadas românticas do sujeito? O refluxo subiu até a garganta, estava até suando frio.
- Natalia... – Diorodo chamou, estendendo a mão até ela, muito mais livre para tocá-la, encostando suavemente a mão sobre o pulso dela para impedi-la de levar o copo à boca, porque a notícia poderia ser chocante. – Preciso... ajuda... acho que... ele tem um namorado. – o agente funerário estava tão imerso nos próprios pensamentos que sequer pensou em como isso poderia ser mal interpretado. Principalmente se fosse Hanna jantando ali.
