09-07-2023, 06:50 PM
Ficou mais aliviada em saber que o novo empregado de Diodoro não era alguém que deveria ser perigoso como seu visitante noturno ocasional e criminoso. Entretanto, não conseguiu evitar de perceber o mal estar que o agente fúnebre parecia estar passando. Ele parecia enjoado e claramente estava suando. Arqueou uma sobrancelha principalmente quando o moreno segurou sua mão, lhe impedindo de beber seu vinho.
Encarou o amigo de forma séria e desconfiada por alguns instantes antes de repousar o copo sobre a mesa, virando a cabeça um pouco de lado como quem estava tentando processar a informação que havia acabado de lhe ser servida.
- Espera. Espera! - moveu a mão livre, segurando a mão do outro entre as suas caso ele resolvesse fugir daquela situação. - Você tá me dizendo que precisa de ajuda com o seu novo funcionário porque ele... tem um "namorado"? - ergueu uma das mãos, fazendo o movimento das aspas com os dois dedos. - Dio, meu bem, você é gay? Quer dizer... - bateu na mão dele com carinho. - Tudo bem se você for, não tem problema, tenho um monte de amigos que são. Adoro um amigo gay, mas... - encarou o moreno, incrédula. - Dio, você não pode sair por aí arruinando relacionamentos alheios só porque se apaixonou pelo seu empregado... quer dizer, você sabe qual o tipo dele? - gesticulou para o amigo. - Eu posso te ajudar com um banho de loja, uma ida no spa, mas você tem que saber se o tipo dele é você, meu amor.
Ainda estava incrédula quanto ao empregado, e ainda mais curiosa em descobrir quem era o homem. Estava tentando formular uma imagem mental de como poderia ser o sujeito para fazer com que o tão recluso e introspectivo Diodoro ficasse de quatro pneus arriado por ele a ponto de lhe pedir ajuda. Não que fosse lá a melhor amiga para dar conselhos de relacionamentos quando sua própria vida amorosa era uma bela de uma locomotiva desgovernada rumo a um eterno precipício de putaria e decepções.
Encarou o amigo de forma séria e desconfiada por alguns instantes antes de repousar o copo sobre a mesa, virando a cabeça um pouco de lado como quem estava tentando processar a informação que havia acabado de lhe ser servida.
- Espera. Espera! - moveu a mão livre, segurando a mão do outro entre as suas caso ele resolvesse fugir daquela situação. - Você tá me dizendo que precisa de ajuda com o seu novo funcionário porque ele... tem um "namorado"? - ergueu uma das mãos, fazendo o movimento das aspas com os dois dedos. - Dio, meu bem, você é gay? Quer dizer... - bateu na mão dele com carinho. - Tudo bem se você for, não tem problema, tenho um monte de amigos que são. Adoro um amigo gay, mas... - encarou o moreno, incrédula. - Dio, você não pode sair por aí arruinando relacionamentos alheios só porque se apaixonou pelo seu empregado... quer dizer, você sabe qual o tipo dele? - gesticulou para o amigo. - Eu posso te ajudar com um banho de loja, uma ida no spa, mas você tem que saber se o tipo dele é você, meu amor.
Ainda estava incrédula quanto ao empregado, e ainda mais curiosa em descobrir quem era o homem. Estava tentando formular uma imagem mental de como poderia ser o sujeito para fazer com que o tão recluso e introspectivo Diodoro ficasse de quatro pneus arriado por ele a ponto de lhe pedir ajuda. Não que fosse lá a melhor amiga para dar conselhos de relacionamentos quando sua própria vida amorosa era uma bela de uma locomotiva desgovernada rumo a um eterno precipício de putaria e decepções.
