09-08-2023, 04:02 PM
Cerrou os lábios e calou a boca assim que ouviu o timbre de voz do amigo, informando-lhe que estava falando do amigo criminoso deles. Se é que podia considerar um sujeito que nem sabia o nome como "amigo". Baixou os ombros, relaxando um pouco para prestar mais atenção no que o moreno estava falando.
Encarou Diodoro com uma sobrancelha ainda arqueada, chegando a mover seus lábios como se fosse interrompê-lo no momento em que ele falou sobre o outro ter um tipo "de menor". Desviou o olhar por um momento antes de soltar a mão do moreno, cruzando os braços e recostando-se em seu assento, processando a última informação com os olhos arregalados. Tentou lembrar dos meninos que estudavam em St. Clavier, a maioria um bando de himbos e bimbos, mirrados, magricelas, alguns mais redondinhos. Os que praticavam algum esporte costumavam ser maiores, mas não lembrava de nenhum que fosse tão grande quanto o amigo dos dois.
- Bem... - afastou seu copo para oferecê-lo para Diodoro, escolhendo beber da própria garrafa de vinho, era melhor estar alcoolizada para aquela realidade absurda. - ... estamos brindando ao quê, então? À morte por sexo desse menino? - fez uma breve pausa, dando um generoso gole em seu vinho. - Ahnn... quero dizer, o sujeito é gigante, deve ser... - ergueu o olhar, interessada por um instante na decoração inexistente do teto da funerária. - ... eu saberia, já atendi ele. - deu de ombros. - A gente quase já transou, sabia? Eu nego em qualquer oportunidade. Tenho certeza que ele consegue acabar com meus quadris sem esforço nenhum. E olha que eu já aguentei muita coisa, viu. - apontou a garrafa para o amigo, suspirando. - Por favor, Dio, me diz que esse menino tem seguro saúde.
Parecia brincadeira, mas conseguia sentir bem o desespero do amigo. O sujeito era tão grande e forte que conseguia quebrar o pescoço de alguém com uma mão só se quisesse. E se o namoradinho dele fosse um adolescente menor de idade, uma criança, aquilo estava muito errado. Contudo, para um criminoso, aquilo só deveria ser mais uma estrelinha na cartela de infrações dele.
Encarou Diodoro com uma sobrancelha ainda arqueada, chegando a mover seus lábios como se fosse interrompê-lo no momento em que ele falou sobre o outro ter um tipo "de menor". Desviou o olhar por um momento antes de soltar a mão do moreno, cruzando os braços e recostando-se em seu assento, processando a última informação com os olhos arregalados. Tentou lembrar dos meninos que estudavam em St. Clavier, a maioria um bando de himbos e bimbos, mirrados, magricelas, alguns mais redondinhos. Os que praticavam algum esporte costumavam ser maiores, mas não lembrava de nenhum que fosse tão grande quanto o amigo dos dois.
- Bem... - afastou seu copo para oferecê-lo para Diodoro, escolhendo beber da própria garrafa de vinho, era melhor estar alcoolizada para aquela realidade absurda. - ... estamos brindando ao quê, então? À morte por sexo desse menino? - fez uma breve pausa, dando um generoso gole em seu vinho. - Ahnn... quero dizer, o sujeito é gigante, deve ser... - ergueu o olhar, interessada por um instante na decoração inexistente do teto da funerária. - ... eu saberia, já atendi ele. - deu de ombros. - A gente quase já transou, sabia? Eu nego em qualquer oportunidade. Tenho certeza que ele consegue acabar com meus quadris sem esforço nenhum. E olha que eu já aguentei muita coisa, viu. - apontou a garrafa para o amigo, suspirando. - Por favor, Dio, me diz que esse menino tem seguro saúde.
Parecia brincadeira, mas conseguia sentir bem o desespero do amigo. O sujeito era tão grande e forte que conseguia quebrar o pescoço de alguém com uma mão só se quisesse. E se o namoradinho dele fosse um adolescente menor de idade, uma criança, aquilo estava muito errado. Contudo, para um criminoso, aquilo só deveria ser mais uma estrelinha na cartela de infrações dele.
