09-08-2021, 09:50 PM
Não deixou de notar como o homem conseguia digitar rápido e ainda parecia ignorar sua presença ali enquanto o fazia. Observou melhor a figura feminina que parecia apegada ao felino em seu colo e depois novamente para o homem tatuado que queria seu contato.
- Eu não tenho e-mail. - respondeu de forma simples. - Pode ligar para o meu celular mesmo. O número é... - ofereceu seu contato com calma, considerando que não costumava atender seu telefone enquanto estava em trabalho, apenas atendia ligações se fossem sobre seus filhos e Samuel sabia muito bem como telefonar para o número da corporação, caso precisasse falar com o pai em uma urgência.
Pediu licença para poder terminar de instruir seus colegas de trabalho no armazenamento das mangueiras enquanto os responsáveis pela ambulância chegavam mais perto para poderem ajudar a professora com o gatinho no colo. A professora se voltou para Henrique com o olhar como se implorasse para que ele cuidasse bem do gatinho que, assim que a mulher foi colocada na maca, pulou para perto do outro ser humano com quem convivia.
- Senhor. - o bombeiro se aproximou novamente, estendendo um pedaço de papel rasgado com um número anotado de caneta nele. - Esse é o número de uma pousada de um velho conhecido. Ela sempre está com vagas, então deve lhe servir por hoje. - orientou ao homem de óculos. O homem que conhecia fazia parte do Conselho de Cidadãos da cidade, então não deveria ser um problema para ele ajudar um novo morador da cidade. Ou imaginava que ele fosse novo, pois não se recordava de tê-lo encontrado na cidade, e com certeza, lembraria de um sujeito todo tatuado feito ele. As pessoas falariam sobre ele, pelo menos.
- Eu não tenho e-mail. - respondeu de forma simples. - Pode ligar para o meu celular mesmo. O número é... - ofereceu seu contato com calma, considerando que não costumava atender seu telefone enquanto estava em trabalho, apenas atendia ligações se fossem sobre seus filhos e Samuel sabia muito bem como telefonar para o número da corporação, caso precisasse falar com o pai em uma urgência.
Pediu licença para poder terminar de instruir seus colegas de trabalho no armazenamento das mangueiras enquanto os responsáveis pela ambulância chegavam mais perto para poderem ajudar a professora com o gatinho no colo. A professora se voltou para Henrique com o olhar como se implorasse para que ele cuidasse bem do gatinho que, assim que a mulher foi colocada na maca, pulou para perto do outro ser humano com quem convivia.
- Senhor. - o bombeiro se aproximou novamente, estendendo um pedaço de papel rasgado com um número anotado de caneta nele. - Esse é o número de uma pousada de um velho conhecido. Ela sempre está com vagas, então deve lhe servir por hoje. - orientou ao homem de óculos. O homem que conhecia fazia parte do Conselho de Cidadãos da cidade, então não deveria ser um problema para ele ajudar um novo morador da cidade. Ou imaginava que ele fosse novo, pois não se recordava de tê-lo encontrado na cidade, e com certeza, lembraria de um sujeito todo tatuado feito ele. As pessoas falariam sobre ele, pelo menos.
