09-03-2021, 02:50 PM
Henrique foi dormir naquela sexta sem nem cumprimentar direito a colega de quarto que estava ocupada no que parecia ser a correção de algumas provas. O dia tinha sido cansativo e ele tinha andado bastante para mostrar várias casas no distrito para os mesmos clientes indecisos. Ao menos, para diminuir a sua irritação com o excesso de caminhada que lhe deixou com os pés doloridos, o casal tinha escolhido uma das casas mais caras, que lhe daria uma boa comissão naquele mês. E com uma boa venda, ele só tinha que trabalhar na manhã de sábado para cumprir o horário e então, aproveitar o fim de semana. Quem sabe viajasse para Paris para se divertir um pouco mais?
O sono naquela noite foi tranquilo e pesado, pelo cansaço e pelo trabalho produtivo, e a perspectiva do fim de semana até lhe deu uma boa noite de descanso. Ele só não esperava acordar com as batidas frenéticas no quarto e a gritaria de Magali lhe chamando exasperada. A primeira reação de Henrique foi estender a mão para pegar o celular no criado-mudo ao lado da cama e conferir a hora muito cedo. A primeira coisa que ele pensou sobre o anúncio desesperado da mulher de que tinha alguma coisa queimando, foi que ela tinha ligado alguma tomada errada na cozinha, porque ela até sabia cozinhar para errar a comida. A contragosto, vestido apenas na calça de moletom, ele andou até a porta.
- Quer parar com essa gritaria a essa hora da manhã? - ele reclamou, antes mesmo de girar a chave na fechadura e abrir a porta do quarto. Mas antes de reclamar com Magali, a primeira coisa que ele sentiu foi a lufada de fumaça que entrou no cômodo e tossiu por causa do cheiro de queimado. - Mas que por-?! O que está acontecen- com mais uma lufada de fumaça, ele tossiu, levando a mão até cobrir a boca.
Queria até reclamar com Magali pela situação da casa com a fumaça se intensificando, mas ele foi mais rápido em olhar para os dois lados do corredor e ver de onde estava vindo a fumaça. Sem pensar muito, ele segurou a mão da mulher e correu para sair de casa, mesmo que fosse na direção da fumaça.
O sono naquela noite foi tranquilo e pesado, pelo cansaço e pelo trabalho produtivo, e a perspectiva do fim de semana até lhe deu uma boa noite de descanso. Ele só não esperava acordar com as batidas frenéticas no quarto e a gritaria de Magali lhe chamando exasperada. A primeira reação de Henrique foi estender a mão para pegar o celular no criado-mudo ao lado da cama e conferir a hora muito cedo. A primeira coisa que ele pensou sobre o anúncio desesperado da mulher de que tinha alguma coisa queimando, foi que ela tinha ligado alguma tomada errada na cozinha, porque ela até sabia cozinhar para errar a comida. A contragosto, vestido apenas na calça de moletom, ele andou até a porta.
- Quer parar com essa gritaria a essa hora da manhã? - ele reclamou, antes mesmo de girar a chave na fechadura e abrir a porta do quarto. Mas antes de reclamar com Magali, a primeira coisa que ele sentiu foi a lufada de fumaça que entrou no cômodo e tossiu por causa do cheiro de queimado. - Mas que por-?! O que está acontecen- com mais uma lufada de fumaça, ele tossiu, levando a mão até cobrir a boca.
Queria até reclamar com Magali pela situação da casa com a fumaça se intensificando, mas ele foi mais rápido em olhar para os dois lados do corredor e ver de onde estava vindo a fumaça. Sem pensar muito, ele segurou a mão da mulher e correu para sair de casa, mesmo que fosse na direção da fumaça.
