09-07-2021, 09:21 PM
Henrique só suspirou resignado e rodou os olhos quando ele disse que não podia entrar por causa do risco na estrutura. Só mais um atraso de vida àquela altura, mas pelo menos ele tinha dito que ia entrar para pegar as coisas ao invés de lhe deixar de mãos livres, afinal, não teria como reservar qualquer hotel ou pousada sem nem ter seus documentos ou carteira.
Ele ficou esperando enquanto os bombeiros entravam na casa para pegar os seus pertences e só depois de um tempo foi que ouviu alguma coisa vinda de Magali.
- Ei, você acordou. Consegue me entender? Você vai pro hospital agora pra receber tratamento, inalou muita fumaça. - ele respondeu, tossindo um par de vezes também. - O bombeiro foi buscar nossas coisas. Vou arrumar um hotel pra passarmos as próximas noites até liberarem a casa.
Esperou alguma resposta de Magali, e depois de alguns longos minutos, o bombeiro que tinha lhe assistido voltou com pertences pessoais, principalmente seu óculos e seu celular. A primeira coisa que Henrique fez foi colocar o par de óculos e deixar de enxergar as coisas embaçadas, levantando o olhar para o bombeiro.
- Obrigad- ah, é o cara do elevador. - Henrique arqueou as sobrancelhas ao focar o rosto alheio, lembrando da situação no elevador que tinha travado num andar e ele tinha ficado preso convenientemente com o bombeiro. - Verdade, você tinha dito que era bombeiro. Alguma previsão de quando podemos voltar para casa? Vou ligar para o seguro, eles vão precisar do relatório dos bombeiros.
Ele ficou esperando enquanto os bombeiros entravam na casa para pegar os seus pertences e só depois de um tempo foi que ouviu alguma coisa vinda de Magali.
- Ei, você acordou. Consegue me entender? Você vai pro hospital agora pra receber tratamento, inalou muita fumaça. - ele respondeu, tossindo um par de vezes também. - O bombeiro foi buscar nossas coisas. Vou arrumar um hotel pra passarmos as próximas noites até liberarem a casa.
Esperou alguma resposta de Magali, e depois de alguns longos minutos, o bombeiro que tinha lhe assistido voltou com pertences pessoais, principalmente seu óculos e seu celular. A primeira coisa que Henrique fez foi colocar o par de óculos e deixar de enxergar as coisas embaçadas, levantando o olhar para o bombeiro.
- Obrigad- ah, é o cara do elevador. - Henrique arqueou as sobrancelhas ao focar o rosto alheio, lembrando da situação no elevador que tinha travado num andar e ele tinha ficado preso convenientemente com o bombeiro. - Verdade, você tinha dito que era bombeiro. Alguma previsão de quando podemos voltar para casa? Vou ligar para o seguro, eles vão precisar do relatório dos bombeiros.
